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9 de julho de 2025 · 5 min

Fotografia de eventos corporativos internacionais: Actemium Directors' Days em Lisboa

Fotografia de eventos corporativos internacionais: Actemium Directors' Days em Lisboa

Fotografia de eventos corporativos internacionais em Lisboa foi o que trouxe a rede Actemium ao Myriad Hotel, no Parque das Nações, para dois dias de conferências, painéis e networking. Fui contratado pela MindUS para esta cobertura. O evento reuniu diretores de mais de 40 países sob o tema Growing Together — um encontro de visões, estratégias e experiências que só acontece quando pessoas de geografias tão distintas se juntam num mesmo espaço.

A Actemium pertence ao grupo VINCI Energies, um dos maiores grupos industriais europeus. Os Directors' Days são o momento em que essa rede se encontra, alinha direção e reforça os laços entre empresas que, no dia a dia, operam de forma autónoma nos seus países. É um evento onde o contexto importa tanto quanto o conteúdo — e isso exige cobertura que vá além do registo documental.

O Myriad Hotel é um venue que desafia: a luz dramática da sala principal, os espaços de networking com vistas para o Tejo e a Torre Vasco da Gama, e o ritmo acelerado de um programa com sessões plenárias, painéis de debate e momentos sociais em simultâneo. Trabalhei entre a sala principal e os espaços de networking para garantir que nenhum momento ficasse por registar.

Um dos momentos altos foi a conferência com o Prof. José Manuel Durão Barroso sobre os desafios geopolíticos e económicos globais — uma reflexão que enquadrou o contexto em que a rede Actemium toma decisões estratégicas. A imagem tem de estar à altura desse peso.

A presença do projeto FST Lisboa, da equipa de Formula Student do Instituto Superior Técnico, trouxe ao evento a energia da engenharia jovem e do talento aplicado à inovação — um contraste interessante com a experiência acumulada dos líderes da sala.

No final do segundo dia, o programa levou os participantes a dois momentos de Lisboa que valem a pena registar: a saída pela Estação do Oriente — a estrutura de Santiago Calatrava, aquele cruzamento entre arquitectura e engenharia que impressiona quem chega a Lisboa e ainda mais quem a habita — e a viagem de comboio CP até ao SUD Lisboa, o cais histórico junto ao Tejo, onde o jantar aconteceu. A diferença de escala e de atmosfera entre os dois espaços é enorme: da estação monumental e contemporânea do Oriente ao ambiente mais intimista e histórico do SUD, com o Tejo ao alcance da mão. São esses contrastes que fazem de Lisboa um destino irrepetível para este tipo de evento — e que o fotógrafo deve saber aproveitar.

Dois dias muito completos, com uma rede que sabe crescer com intenção — e com uma cidade que sabe receber.