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17 de junho de 2026 · 5 min

Microsoft AI Tour em Lisboa: uma equipa para cobrir um evento de grande escala

Quando se faz fotografia e vídeo de eventos tecnológicos em Lisboa à escala do Microsoft AI Tour, deixa de ser um trabalho para uma pessoa. A Microsoft é, nos últimos anos, um cliente recorrente, e para esta edição, no Pavilhão Carlos Lopes, montámos uma equipa de quatro: dois fotógrafos e dois videógrafos. Um evento com palco principal, salas paralelas em simultâneo, área de exposição e networking não se cobre a sério com menos do que isto.

A primeira decisão de uma cobertura destas é como distribuir a equipa. Com dois fotógrafos e dois videógrafos, podemos estar em vários sítios ao mesmo tempo: o palco principal nunca fica desguarnecido enquanto se filma uma sessão numa sala paralela, e há sempre quem capte os momentos de networking e exposição que dão a vida do evento. Coordenar quem está onde, e garantir que nada importante acontece sem cobertura, é metade do trabalho — e só se faz bem com gente que já trabalhou junta.

Antes do conteúdo, evidenciámos o espaço. O venue e a cenografia de um evento Microsoft são parte da mensagem: o Pavilhão Carlos Lopes, a montagem do palco, os ecrãs, a forma como o público circula entre as salas paralelas e a área de exposição. São as primeiras imagens que se entregam e as que enquadram tudo o resto.

Um pedido central deste tipo de evento é alimentar as redes sociais em tempo real. A cada painel, enviámos uma seleção de fotografias por Wi-Fi, ainda durante o evento, para que a comunicação da marca pudesse publicar enquanto a sessão ainda estava fresca. Esta cadência — disparar, editar à pressa, enviar, voltar ao terreno — corre em paralelo com a cobertura completa e é o que faz a diferença entre entregar tudo no dia seguinte e estar presente nas redes enquanto o evento acontece.

Do lado do vídeo, além do filme do evento, a equipa dedicou-se às entrevistas. Gravámos testemunhos de clientes e casos de sucesso presentes no evento, para que a Microsoft ficasse com um arquivo de vozes reais — pessoas a contar o que fazem com a tecnologia, captadas no próprio dia, em ambiente controlado, à margem do palco principal. É um conteúdo que sobrevive ao evento e que a marca usa muito depois das luzes se apagarem.

No fim, é isto que uma equipa bem montada entrega num evento tecnológico: cobertura simultânea de tudo, imagens nas redes ao ritmo do evento, e um arquivo de fotografia, filme e entrevistas que serve a marca durante meses. Se a sua empresa ou agência precisa de fotografia e vídeo de eventos tecnológicos em Lisboa com esta capacidade de equipa, fale comigo.